Todo mundo adora a época de final de ano pra dizer que vai ser melhor no ano que vem, que quer que as lágrimas se transformem sorrisos, que os amores apareçam e o dinheiro multiplique. Mas poucos param pra pensar (como eu gosto de fazer) sobre como foi o ano que passou, o que deve permanecer para o próximo e o que deve ir embora. Alguns ainda postam aquelas imagens de mensagens com “ri, chorei, vivi” e afins, mas isso todos fizemos, é genérico demais. Em vez de usar frases feitas, vou analisar meu ano e convido você a fazer o mesmo.
Se eu tivesse que resumir 2011 em uma palavra seria “amadurecimento”. Sabe aquele ano que tiveram coisas boas e coisas ruins, mas é difícil pontuar cada uma? O ano que é uma soma de pequenos acontecimentos? Não foi um 2006, onde tudo parecia se somar de ruim: perda do meu pai, síndrome do pânico, fim da faculdade, mudança de cidade, estar mais longe dos amigos... Nem um 2010 em que defendi o mestrado e arranjei um ótimo emprego. Muitas coisas boas perduraram, como meu namoro (que completou 3 anos). Não só, mas também, em mais um ano de relacionamento, amadureceu. Minhas amizades, que cada dia provaram-se mais companheiras. Minha saúde que precisa de alguns ajustes, mas nada grave. Tiveram melhorias: nova e melhor casa, nova dinâmica, uma felicidade fútil de estar com o corpo mais em forma do que nunca e novas conquistas (como uma cansativa e tardia carteira de motorista).
Uma garota que gosta de falar sobre diversos assuntos... relevantes ou fúteis, engraçados ou sérios, do dia-a-dia ou da filosofia do universo, de temas femininos ou não. Afinal, se "Mulher é bicho esquisito...", eu sou mais ainda.
28.12.11
13.12.11
Namorar ou não à distância? Eis a questão.
Outro dia, escrevi sobre amizade. De fato, um tema que tenho experiência (não graças só a mim) a ponto de poder falar algo. E acho que também posso dar meu pitaco na área de relacionamentos amorosos com alguma (alguma só!) experiência também. Mas um tipo de relacionamento que entendo bem é o a distância. Antigamente, algo completamente mau visto, sempre fadado a naufragar e tão comum hoje em dia, embora ainda dividindo opiniões sobre dar ou não dar certo.
Namoro a distância há mais de 3 anos e sempre foi assim. Existem vários tipos de namoros à distância: os que começaram próximos, mas algo no caminho os levou a se separar fisicamente; os que a separação tem data prevista pra terminar e os que não tem; os que já começam a distância sem se conhecer ao vivo ou se conhecendo antes. Eu, particularmente, acho loucura começar um relacionamento sem nunca ter se visto pessoalmente, mas há tanto mais entre o céu e a terra que julga minha vã filosofia, que não irei julgar. Cada um tem sua dificuldade particular, porém, tentarei ser geral. Várias vezes procurei “namoro à distância” no google (ou querendo saber de outras pessoas assim, ou até antes de escrever este texto), e vi muita má previsão pra esse tipo de relação. E não vou iludir vocês: a chance de um namoro assim dar errado é enorme. Mas, provavelmente, só 50% das possibilidades de fracasso estão relacionadas de fato à distância. Ou ao fato da distância dificultar situações que seriam mais bem contornadas em um relacionamento próximo.
Namoro a distância há mais de 3 anos e sempre foi assim. Existem vários tipos de namoros à distância: os que começaram próximos, mas algo no caminho os levou a se separar fisicamente; os que a separação tem data prevista pra terminar e os que não tem; os que já começam a distância sem se conhecer ao vivo ou se conhecendo antes. Eu, particularmente, acho loucura começar um relacionamento sem nunca ter se visto pessoalmente, mas há tanto mais entre o céu e a terra que julga minha vã filosofia, que não irei julgar. Cada um tem sua dificuldade particular, porém, tentarei ser geral. Várias vezes procurei “namoro à distância” no google (ou querendo saber de outras pessoas assim, ou até antes de escrever este texto), e vi muita má previsão pra esse tipo de relação. E não vou iludir vocês: a chance de um namoro assim dar errado é enorme. Mas, provavelmente, só 50% das possibilidades de fracasso estão relacionadas de fato à distância. Ou ao fato da distância dificultar situações que seriam mais bem contornadas em um relacionamento próximo.
1.12.11
Arquivo Mental: É dos cafajestes que elas gostam mais?
Acho que todo mundo que vem aqui também deve ser leitor do marvel616 e, portanto, deve já ter visto este texto lá. Mas, como vai que o universo conspira e alguém aqui não leu ainda, é o tipo de texto que gosto de deixar registrado... inclusive num lugar mais "meu". E esse texto também foi publicado no azulcalcinha =D
Me corrijam se eu estiver errada, mas a fascinação masculina com personagens do sexo oposto nos quadrinhos é bem mais superficial que a feminina. Mesmo que não seja apenas o apelo visual e o lado sensual da coisa, o máximo que os homens devem fazer é pensar “personagem tal é interessante”, “eu poderia me apaixonar por alguém assim” ou “Pena que ela não existe na vida real”. Mulheres não. Válido pra extrapolações em outros assuntos, mulheres imaginam, suspiram, divagam... elas realmente se apaixonam por personagens fictícios (sejam de HQs, fimes, livros...) na medida que isso é possível (e saudável, esperamos). Porém, existe um certo padrão que observo: elas tendem a gostar dos mais “cafajestes”. Por que será?
Me corrijam se eu estiver errada, mas a fascinação masculina com personagens do sexo oposto nos quadrinhos é bem mais superficial que a feminina. Mesmo que não seja apenas o apelo visual e o lado sensual da coisa, o máximo que os homens devem fazer é pensar “personagem tal é interessante”, “eu poderia me apaixonar por alguém assim” ou “Pena que ela não existe na vida real”. Mulheres não. Válido pra extrapolações em outros assuntos, mulheres imaginam, suspiram, divagam... elas realmente se apaixonam por personagens fictícios (sejam de HQs, fimes, livros...) na medida que isso é possível (e saudável, esperamos). Porém, existe um certo padrão que observo: elas tendem a gostar dos mais “cafajestes”. Por que será?
21.11.11
Debaixo de 7 chaves, do lado esquerdo do peito
Me disseram uma vez: “você devia escrever sobre amizade, tem muito a falar sobre isso”. Não sei quão “sábia” sou no assunto, mas, de fato, sou uma pessoa que teve a sorte de ter muitos amigos e muitos tipos de amizade, então acho que posso afirmar algo sobre o assunto. Também tenho uma certa eloquência nisso dada milhares e milhares de cartas que escrevia aos meus amigos em datas especiais. Mas o que é amizade?
17.11.11
Citações: Amar é sofrer?
Ainda não é um texto original que vou postar, mas é algo que gostaria de compartilhar. Vira e mexe, eu leio algo que gosto muito e quero contar aos outros, porém o limite de caracteres das redes sociais me desanima. Já que agora tenho um blog (por mais que seja pouco lido), acho que é um lugar apropriado pra colocar estas passagens que acho interessantes ao ponto de citá-las aos outros. Vou até denominar uma tag pra isso. Eis aqui minha primeira.
Estou lendo um livro que chama “Os quatro amores”, de C.S. Lewis que trata de diversas formas de amar. Desde amor ou gosto por coisas, passando pela afeição, a amizade, o amor erótico e o amor a Deus (caridade). Mesmo que você não seja religioso, é uma análise interessante de diversas formas de sentimentos com coisas muito elucidativas, recomendo. A passagem em si que vou escrever aqui é sobre quem acha que não vale a pena amar pra não sofrer.
Estou lendo um livro que chama “Os quatro amores”, de C.S. Lewis que trata de diversas formas de amar. Desde amor ou gosto por coisas, passando pela afeição, a amizade, o amor erótico e o amor a Deus (caridade). Mesmo que você não seja religioso, é uma análise interessante de diversas formas de sentimentos com coisas muito elucidativas, recomendo. A passagem em si que vou escrever aqui é sobre quem acha que não vale a pena amar pra não sofrer.
7.11.11
Calma... voltamos já
Vida ultramegahiper corrida, sem tempo de postar novos textos... mas eu voltarei! Mwahahahahaha.
1.11.11
Arquivo Mental: É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã?
Já que estamos às vésperas do feriado de Finados, vou colocar um texto que fiz pouco tempo atrás sobre como lidar com a perda ou a iminente perda de quem amamos. Isso foi elaborado em mim durante estes 5 anos sem meu pai e de como lidei com a morte repentina dele, a dor, o fato de não ter podido dizer absolutamente mais nada. Em 5 anos a dor não sumiu, mas amadureceu e espero poder partilhar o que aprendi com isso com outros, com vocês. Afinal, é isso que tiramos dessas situações difíceis: experiência e aprendizado. Eis o texto:
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