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6.8.13

Pai...rabéns!

O "Dia dos Pais" está chegando e, sim, é um dia comercial, instituído por lojas e tudo mais. Mas, ele existe no nosso calendário, certo? Então, usemos dele para felicitar e homenagear este "cargo" familiar tão precioso. Eu já postei duas vezes aqui (aqui e aqui) sobre o dia dos pais, mas sempre de forma melancólica, pois me lembra que não tenho o meu. Porém, nestes dias de arrumação, achei diversos presentes e cartões que escrevia para ele (que me foram devolvidos gentilmente por minha madrasta após a morte dele). E isso me trouxe uma memória boa, de como eu sempre gostei de homenageá-lo e vim contribuir com a homenagem dos seus (e do meu também de certa forma).

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Eu sempre gostei de presentes criativos e abusava deles com meu pai! Talvez porque de mais nova não pudesse comprar nada sem pedir dinheiro a ele, então meus presentes de dia dos pais eram todos feitos a mão. Quadros, desenhos, cartões personalizados com desenho que fiz dele, etc. E textos, muitos textos... Melindrosos, carinhosos, clichês, de todos os tipos. Mas achei um particular que adoro, pois é bem alegre e engraçadinho. Então, vou compartilhar esta homenagem com vocês, que é genérica para qualquer pai e, por isso, sintam-se a vontade para usá-la se quiserem neste domingo:

11.8.12

Arquivo Mental: Querido Pai...

Um texto que escrevi em alguns destes últimos 5 dias dos pais passados (não me lembro em qual), estava me chamando aqui nos meus documentos e acho que é um momento oportuno de reviveciá-lo colocando online nesta data. Reli ele e continua atual, continuo sentindo absolutamente o mesmo, as mesmas saudades: das pequenas coisas que uma filha lembra com seu pai.

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"Querido Pai,

Tenho saudade. Das grandes coisas, mas no dia-a-dia, cada vez mais me lembro das pequenas. Como o seu assovio que já tinha esquecido como era e algo me fez lembrar. O que me lembrou, também, sua buzina pra me chamar e me fez pensar como gostávamos de nos comunicar com sons. Mas não era qualquer um, pelo toque, pela nota, pelo estilo, eu sempre reconhecia o do meu pai.

1.2.12

Foi só o tempo que errou...

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Tenho postado textos que escrevi antigamente chamando de "arquivo mental". Hoje tenho um especial que achei nos documentos do computador. Há 6 anos, eu perdia meu pai. Há 6 anos, sem aviso algum, da noite pro dia, a idéia que não passava pela minha cabeça, mas assombrava meus pesadelos se concretizou. Tão sem motivos e tão sem querer que piora a dor. A perda de alguém que amamos tanto traz 2 principais dores: a da perda e a da saudade. A da perda é mais aguda, fulminante. Aparece de vez em quando e dói como uma pontada, mas passa. A dor da saudade é crônica, nunca deixa de se fazer presente e te lembra que existe a cada pequeno detalhe. Dói de forma mais contínua e menos pontual. É sobre ela meu texto de um dia dos pais em algum ano passado.